História

A A.I.G.V. sempre foi conhecida como Sociedade Italiana, mas nos dias de hoje é denominada Associação Italiana Giuseppe Verdi, por exigência legal. Sempre teve grande importância na vida de muitos saltenses, sendo mais atuante e de grande influência nos seus primeiros anos de existência, quando a colônia italiana era numerosa e seus integrantes ocupavam importantes cargos na organização política, social, educacional e até esportiva na vida do município.

Nesse longo tempo de existência, teve 10 anos de interrupção, devido à 2ª Guerra, quando viveu um de seus piores momentos, pois a Itália era considerada inimiga do Brasil, uma vez que se aliara aos alemães e japoneses. Tudo isso, porém, foi superado e os italianos e seus descendentes continuaram a serem parceiros e inclusive benfeitores dos saltenses.

Hoje a associação busca manter viva as tradições italianas, não apenas mantendo a boa convivência dos seus associados com a população em geral, mas também colaborando nos diversos setores da vida da cidade, através de vários projetos que estão sendo colocados em prática. Há uma preocupação bastante justa, por exemplo, de manter antigas tradições, aliadas à modernização que se operou na Itália nos últimos anos.

A história da Sociedade Italiana, atual Associação Italiana, é rica em fatos que demonstram o encanto de uma cultura que os brasileiros aprenderam a admirar através dos anos, nessa convivência pacifica e cordial.

A "Casa D'Itália" - Inaugurada em 1937

A “Casa D’Itália” – Inaugurada em 1937

Com a imigração, uma nova sociedade

No final do século XIX e início do século XX, Salto passou a receber um grande número de imigrantes, principalmente italianos que vieram para o Brasil em busca de melhores dias. Inicialmente estabelecidos nas áreas rurais, aos poucos foram vindo para a cidade, para trabalhar nas fábricas de tecidos aqui instaladas, principalmente quando a principal delas (a antiga Brasital S.A.) passou para as mãos de italianos, no século passado.

Com o objetivo de preservarem a cultura e a moral, os costumes italianos, a união e a organização social, os italianos e seus descendentes resolveram unir-se e montaram uma sociedade de múltipla assistência, com o nome inicial de “Società de Mutuo Soccorso “Giuseppe Verdi”, em 3 de agosto de 1903, que é considerada a data de fundação da Sociedade Italiana. Essa sociedade era restrita a italianos e seus descendentes, não se aceitando pessoas de nenhuma outra nacionalidade em seu quadro de sócios. Essa assistência funcionava da seguinte forma: todos os associados contribuíam para um fundo comum, que seria utilizado pelos mesmos, em casos de invalidez, doença, perda de emprego entre outras dificuldades, tanto materiais como financeiras.

Não há registros de quais foram as pessoas que deram início à sociedade, mas sabe-se que ela foi reconstituída oficialmente em 9 de abril de 1916, conforme publicação no “Diário de São Paulo” do dia 26 de abril de 1916.

Segundos registros de 1997, pertencente à coleção do historiador Ettore Liberalesso, estavam presentes ao ato as seguintes pessoas: Umberto Matarazzo, Francisco Salerno, Vicenzo Leonardi, Fiorino Beltran, Guido Ferraro, Giovani Ablondi, Ermanno de Fabris, Giovanni Tatangelo, Giovani Bergamaschi, Angelo Mondoni, Giuseppe Bergami, Francesco Bergami, Biagio Ferraro, Ugo Ferraro, Luigi Castagna, Giuseppe Caselli, Stefano Cesani, Luigi Galastri, Alessandro Vannucci, Carlo Goffi, Secondo Appendino, Michele Zavarize, Giuseppe Siminati, Giuseppe Nastari, Giuseppe Melis, Giovanni da Rós, Régulo Saleziani, Antonio Pepe, Augusto Cavadini, Amedeo Castagnazzi, Mentore Fossa, Antonio Cassani, Antonio Goselli, Giovanni Bergamo, Vasco Tessarolo, Francesco Iorio, Antonio Crestan, Giuseppe Carrieri, Giulio Arduino, Próspero Falla, Primo Bruni, Andrea Pieratti, Giovanni Rubinato, Giuseppe Telese, Stefano Milani, Francesco Rigo, Primo Formiconi, Antonio D’Ancona, Carmine Carola, Alessandro Silvestre, Oddoni Barbieri, Eugênio Versini, Giuseppe Galastri, Antonio Cúgulo, Gulielmo Zuim, Antonio Ballottini, Andrea Storti, Giorgi Michele, Antonio Bombana, Fratelli Degalli, Vittório Leone, Cataldo Mastromauro, Ettore Alessandroni, Saverio Police, Santo Cietto, Lorenzo Lucchini, Ulisse Viviani, Alberto Liberatori, Felippo Scivittaro, Giovani Dotta, Primo Parisini, Celeste Florio, Fioravante Peloia, Demétrio Bellato, e Ugo Sola. A maioria dessas pessoas certamente haviam participado dos primeiros anos da sociedade, sobre os quis não há registro.

Antes da fundação da sociedade os italianos já se reuniam e se organizavam

Primeiro prédio que abrigou a Corporazione Musicale "Giuseppe Verdi" e posteriormente a Sociedade

Primeiro prédio que abrigou a Corporazione Musicale “Giuseppe Verdi” e posteriormente a Sociedade

Antes mesmo do surgimento da nova sociedade, em 1903, os italianos já se uniam e se organizavam, pois se tem notícia que desde 18 de agosto de 1901 um grupo deles formava a “Corporazione Musicale Giuseppe Verdi”, que era reconhecida como uma das melhores do Estado e até do País, a qual tinha sua sede localizada em uma recente construção, medindo aproximadamente 10 metros de frente para a atual Rua José Galvão e 18 metros para a Rua Floriano Peixoto, imóvel que seria ocupado pela Sociedade.

Essa construção acabou resultando em um grande endividamento da corporação. Então, como tanto a banda quanto a sociedade visavam interesses comuns entre elas, resolveram fazer um acordo, o qual a sociedade assumiria as dívidas e ainda deixaria um espaço disponível que abrigaria a banda.

Os ensaios passaram a acontecer somente às quartas-feiras, pois era o único dia que não eram exibidos filmes (funcionava também nesse local o cinema mudo). Tinham que deslocar as cadeiras e depois colocá-las de volta ao seu lugar, ao fim de cada ensaio. Isso aconteceu no inicio de 1917 e daí em diante a corporação passou a ser dependente da Sociedade.

Autoridades Saltenses e representantes do governo italiano, na inauguração da "Casa D'Itália" em fevereiro de 1937

Autoridades Saltenses e representantes do governo italiano, na inauguração da “Casa D’Itália” em fevereiro de 1937

Vista do Salão do teatro Giuseppe Verdi, antes de sua inauguração.

Vista do Salão do teatro Giuseppe Verdi, antes de sua inauguração.

Área onde ficava o pátio da antiga Escola Anita Garibaldi, na visita do embaixador italiano a Salto.

Área onde ficava o pátio da antiga Escola Anita Garibaldi, na visita do embaixador italiano a Salto.

A Sociedade diversificava sua atuação: Uma escola Ítalo-brasileira, uma biblioteca, a “Casa D’Italia”, um teatro e um cinema

Para demonstrar a atuação intensa da Sociedade Italiana na vida do município, em seus vários setores, recorda-se que ela abrigou em suas dependências, por muitos anos, uma escola italiana, um circulo de leitura denominado “Dante Alighieri”, a “Casa d’Italia”, um teatro e um cinema. No local também funcionou, a partir de 1920, uma sociedade reunindo os ex-combatentes italianos da Primeira Guerra Mundial que tinham vindo para o Brasil. Décadas mais tarde (a partir de 1964) abrigou também o Rotary Clube de Salto, que utilizou suas dependências até 1986.

Escola Ítalo-Brasileira: A Escola Ítalo-brasileira, posteriormente denominada “Anita Garibaldi”, teve grande destaque e importância no ensino saltense, por ser a única escola que oferecia continuidade na formação dos estudantes do 4º ano primário, quando Salto ainda não tinha o curso ginasial (o que só veio a acontecer na década de 50). Em seu início, ensinava as línguas italiana (unificada e moderna) e a portuguesa, aritmética, história, geografia, ciências, caligrafia (que distinguia os que cursavam a escola), desenho geométrico, ginástica e ordem unida. Seguia um padrão muito rígido, fiel às normas governamentais então vigentes. Inicialmente somente meninos estudavam lá, principalmente filhos de funcionários da Brasital, a qual mantinha a escola, mas depois de muitos anos passaram a serem aceitas também as meninas.

Francisco Salerno, Othelo Donato, Leone Camerra, Rosana Turri e João Baptista Dalla Vecchia foram professores que ministraram aulas nessa importante escola, sendo que este último teve maior representatividade, já que militou nela de 1931 até 1968, quando a “Anita Garibaldi” encerrou suas atividades.

Fachada do prédio atual da Associação Italaiana Guiseppe Verdi

Fachada do prédio atual da Associação Italaiana Guiseppe Verdi

Biblioteca: A Biblioteca “Dante Alighieri” sempre funcionou nas dependências da sociedade. Atualmente ocupa uma sala ao lado do Museu da Cidade, conhecida como “Sala dos Italianos”. Ali existem livros escritos em italiano que durante muitos anos foram de grande utilidade para os imigrantes e seus descendentes.

“Casa d’Italia”: A “Casa d’Italia” foi inaugurada no dia 15 de fevereiro de 1937, pois os espaços anteriores da sociedade eram pequenos para acomodar tantas atividades diferentes no mesmo espaço. Passou a abrigar o Teatro e Cine Verdi, a Sociedade dos Ex-combatentes Italianos, o Círculo de Leitura Dante Alighieri, além do partido fascista local. Era um grande prédio, que, junto com o já existente, formava um pedacinho da Itália na cidade.

Teatro Verdi: O teatro Verdi foi inaugurado em 1937, com a presença de destacadas autoridades locais e diplomáticas, incluindo-se a prestigiosa participação do então embaixador da Itália no Brasil. A sua construção foi projetada e executada seguindo normas e estilos europeus. Foi utilizado inúmeras vezes por atores de grupos saltenses e também de outros com renomes nacionais.

Os tempos difíceis e aceitação de associados de outras nacionalidades

Foi na época da 2ª Guerra Mundial que a Sociedade enfrentou um dos seus tempos mais difíceis, pois a Itália perfilhou os ideais da Alemanha e Japão, posicionando-se contra os chamados aliados (Inglaterra, França, EEUU e outros), os quais o Brasil apoiava, resultando em um rompimento das relações diplomáticas com países do chamado Eixo. Essa situação afetou não somente a Europa, mas também muitas outras localidades espalhadas pelo mundo.

Salto, por exemplo, foi um desses locais, pois teve interferência do governo (como em todo o país) até o fim da 2ª Guerra. Somente a banda, a escola e o cinema continuaram em funcionamento nesse período.

O imóvel onde ficava instalada a sociedade, que havia sido tomado pelo Brasil, foi devolvido à colônia italiana posteriormente a essa década e perdeu muito da sua representatividade na cidade. O retorno das atividades aconteceu em 17 de abril de 1951, mas na prática foi apenas em 16 de julho de 1955, com a reabertura da sede, que passou por ampla e geral reforma, que a situação se normalizou.

A solução encontrada pelos italianos remanescentes, que estavam percebendo a situação (que se não fizessem algo a sociedade poderia deixar de existir) foi aceitar na Sociedade pessoas de outras nacionalidades no seu quadro social. A partir de 1º de abril de 1969, os primeiros brasileiros a serem aceitos foram: Pedro Rudine Tonello,Vitorio Isolani, Rubens Milioni, Alberto Telesi, Adélio Milioni e Geraldo B. Arruda Sontag.

O Comodato com a Prefeitura em 1994

Com poucos associados a Sociedade passou a ter dificuldades para manter todo aquele prédio que havia sido construído com a ajuda de muitos italianos que dela participaram e da Brasital, que ajudou não somente mantendo a Escola Anita Garibaldi, mas também com a aquisição e construção do prédio ao lado do antigo Teatro Verdi, como já foi citado.

Em dezembro de 1986, o então prefeito Pilzio di Lelli decidiu mover uma ação judicial de desapropriação do prédio da sociedade. No governo posterior, de Eugênio Coltro, foi recuperado o prédio deixando-o em condições de poder funcionar o teatro e o cinema, além de se promover ali a instalação do Museu Cidade de Salto, o qual foi inaugurado em 13 de dezembro de 1992, ocupando uma parte onde funcionava a Escola Anita Garibaldi e o pátio da mesma.

Já no mandato seguinte, di prefeito Jesuíno Ruy, a sociedade e a Prefeitura fizeram um acordo, depois de uma assembléia realizada em 20 de outubro de 1993. Como a Prefeitura não tinha recursos suficientes para pagar pelo prédio, a Sociedade resolveu aceitá-lo de volta e o cedeu em comodato por 30 anos, desde que o órgão municipal seguisse algumas exigências como: manter o prédio em boas condições de conservação e que o destinasse para abrigar o museu, o teatro, o cinema e desse um espaço para a banda, que naquela altura se denominava “Gomes-Verdi”, além de adaptar uma área para que a Sociedade Italiana pudesse manter uma sede social, custeando os salários de uma secretária e de um professor da língua, além de preservar a aparência arquitetônica dos prédios.

O acordo foi assinado em 21 de janeiro de 1994 e a duração do comodato foi ampliada até 30/06/2026, em 23/08/2006, aumentando o período para 42 anos e 6 meses.

Os variados nomes nessa longa jornada

A Associação já adotou vários nomes como: Società de Mutuo Soccorso de “Giuseppe Verdi”, Società Italiana de Mútua Assistenza “Giuseppe Verdi” (a partir de 1916), Sociedade Italiana “Giuseppe Verdi” (a partir de 1984) e recentemente passou a ser chamada de Associação Italiana Giuseppe Verdi.

Presidentes que se empenharam pela Sociedade

Nesses longos anos de existência 12 pessoas ocuparam a presidência da sociedade, sendo 6 italianos e 6 brasileiros, mas esse numero poderia ser maior, se fossem conhecidos os presidentes dos primeiros 20 anos da sociedade. O primeiro a ocupar o cargo (que se tem registro) foi João Scarano (de 1923 a 1930), seguido por Gino Biffi (1930 a 1932) João B. Vassali (1932), Leone A. Camerra (1932 a 1972), Lino Tabarin (1972 a 1974), Vicenzo Bifano (1974 a 1976) e pelos brasileiros Adélio Milioni (1976 a 1978), Rubens Milioni (1978 a 1982), Geraldo M. Hernandez (1982 a 1984), Ayr Galafassi (1984 a 1988), João A. da Rós (1988 a 1994) e finalmente José Odair Peron que ocupa esse cargo de 1994 até os dias atuais.

A Associação Italiana Giuseppe Verdi atualmente

Lançamento, no jantar italiano, do CD "Grupo Salto de Música Italiana"

Lançamento, no jantar italiano, do CD “Grupo Salto de Música Italiana”

Atualmente a Associação Italiana Giuseppe Verdi está instalada na Rua Floriano Peixoto, 47, sede que foi inaugurada em 18 de setembro de 1996, com a presença de diversas autoridades da cidade, em um segundo piso sobre as salas onde funcionava a administração do teatro.

Sua atual diretoria é composta por José Odair Peron (presidente), Eustáquio Cietto (vice-presidente), Maria Damien Ignácio Pacheco (secretária), Weber Dalla Vecchia (vice-secretário), Adilson de Arruda Sampaio (tesoureiro), Brás Benevenuto Ísola (vice-tesoureiro), Maria de Lourdes Pascoetto (diretora social), Aureo Veronesi (vice-diretor social), Walbert Gonçalves (diretor cultural), Miriam Maria Guerrieri (vice-diretora social), Benito César Begossi (diretor de patrimônio), Wainer Orlandin (vice-diretor de patrimônio) e os conselheiros fiscais Francisco Antonio Moschini, Pedro Rudine Tonello e Rubens Milioni (efetivos) e Antonio Wilson Rigolin, Felipe José Mestieri e Luiz Gonzaga de Almeida (suplentes).

Tem em seu quadro de sócios mais de 100 associados, em sua grande maioria descendentes italianos. Está recebendo novos associados, que podem ser de qualquer nacionalidade, diferentemente de algumas décadas passadas.

Apoiou financeiramente o lançamento dos CDs cantados em italiano pelo “Coral – Sociedade Italiana Giuseppe Verdi”, no ano de 2007 e do Grupo Salto de Música Italiana, no jantar italiano de seu 105º aniversário.

Faz parte da Itália dell’Estero, que é a comunidade italiana pelo mundo que influencia na estrutura do país, pois pode participar das eleições, podendo exercer influencias nas urnas.

Benefícios para os associados

Em sua sede, o associado pode desfrutar de diversos benefícios, tais como jornais e revistas atuais brasileiras e italianas, TV ligada ao canal RAI (emissora italiana) e Paper View dos jogos do Palmeiras, coral e um piano.

Pode receber também ajuda e orientação para toda a documentação necessária para obter cidadania italiana aos descendentes, fazer o curso de língua italiana (considerado de alto nível) e “conversazione”, alem de participar dos mais variados eventos que a mesma promove, como a missa em língua italiana a cada entrada da estação, com confraternização após o encerramento da mesma; Noite Italiana com jantar no aniversário da Associação Italiana Giuseppe Verdi (sempre em agosto) e Festa da Befana, no dia de Reis (evento tradicional na Itália, quando as crianças que foram boas o ano inteiro ganham presentes e as que não se comportaram ganham um pedaço de carvão, como uma punição).

A Associação também partcipa anualmente da Festa Ítalo-Saltense e esteve presente pela primeira vez no fim de agosto de 2007, com um stand na FICAT (Feira das Indústrias, Comércio, Agricultura e Turismo).

“Corso di Lingua Italiana”, uma das principais atividades da Associação

Professora Marusca e professor Sérgio, que lecionam o "Corso di língua Italiana"

Professora Marusca e professor Sérgio, que lecionam o “Corso di língua Italiana”

O “Corso di Lingua Italiana”, promovido pela Sociedade, teve o seu início em 1997, após a reestruturação ocorrida sendo idealizado pelo diretor Lorenzo Mazzamuto e ministrado pelo saudoso professor Henrique Quaglino (já falecido).

Com 4 estágios (1º, 2º, 3º e 4 corso) de 5 meses cada um, somando um total de 2 anos, o curso é ministrado pelos professores Sérgio e Marusca, que têm em seus currículos altíssimo conhecimento no idioma. As aulas são ministradas tanto em dias da semana como aos sábados e têm duração de 2 horas e 30 minutos.

As inscrições para novas turmas acontecem todo início de semestre e podem ser feitas na sede da associação, com matrícula de R$40,00, e contribuição mensal de mesmo valor.


Planos futuros

Toda a diretoria vem elaborando novos planos para a sociedade, seus associados e também para a cidade. Os próximos projetos serão: apoio à formação de entidades regionais italianas, parcerias com entidades italianas no campo cultural, confecção do livro “História da Associação Italiana Giuseppe Verdi”, estudos para proporcionar maiores benefícios aos sócios, construção de um salão social e fazer um Gemelagio (cidades irmãs), intercâmbio com uma cidade italiana para que os alunos possam fazer estágio na Itália e vice-versa.

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